A polêmica do Remix!


78048524Remix é o ato de modificadar um música, um programa de televisão, um vídeo do youtube, entre outros exemplos, por terceiros ou até mesmo pelo próprio criador. Essa modificação, na maioria dos casos, é feita por um DJ ou VJ, onde realiza a junção de uma batida animada junto com efeitos sonoros ou visuas adicionais, criando assim uma versão remixada de um produto existente.

Quando ouvimos falar na palavra remix, lembramos rapidamente de músicas. Mas é bom deixar claro, que um remix pode ser audiovisual também. Apesar da maioria das músicas remixadas serem em versão para festas (exemplo de alguns remixes: Trance, House, Dance, Hip Hop entre outros), o remix não precisa ser, necessariamente, dançante. Existem remixes onde o andamento da música não é alterado, ficando na forma original – ou ate mesmo na versão a capela da música: somente a voz do cantor(a). Este tipo de Remix foi muito famoso nos anos 80 e início dos 90, e é uma alternativa nova para proporcionar outros tipos de músicas de acordo com a evolução musical do público e dos tempos.

A polêmica entra, quando se diz que um Remix deve obrigatoriamente ter a permissão do autor original, caso contrário será uma cópia modificada não autorizada, em outras palavras: um remix ilegal.

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Muitos Djs de hoje em dia, ficaram famosos por causa de seus remixes. E pode ter certeza, que muitos deles quando começaram a tocar nas festas, não tinham autorização para remixar determinada música. O Remix de uma música hoje, pode ser feito de diversas maneiras, através de diversos programas baixados pela internet e equipamentos de Dj.

Nos Estados Unidos, muitos foram condenados a pagar indenizações para o governo, pois a remixagem por eles feita não havia autorização da Direitos Autorais. É um assunto bastante delicado, pois no passado algumas músicas só chegaram no “gosto popular” através de remixes distribuidos pela internet. Então afinal, o que é certo ou errado?

Veja bem, caro leitor. Se não fosse estes remixes, mesmo que ilegais, muitas músicas ficariam no limbo até hoje. Artistas não teriam sido revelados e estilos musicais permaneceriam escondidos.

Não sou a favor da ilegalidade, mas sou a favor do direito de criação ou re-criação.
Afinal, os antigos já diziam: “nada se cria, tudo se copia”.

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