Crítica: Histórias Cruzadas


“You is kind. You is smart. You is important.”

Esse drama de época, aborda a divisão racial entre as mulheres de Mississipi, superou todas as minhas expectativas. Nos Estados Unidos atingiu a incrível marca de 169 milhões de dólares nas bilheterias, se tornando o décimo primeiro filme mais visto do ano de 2011. Aqui no Brasil, o filme estréia 03/Fevereiro.

Tate Taylor dirigiu e assina o roteiro adaptado do best-seller de Katheryn Stocket, que conta uma história inspiradora (baseada em fatos reais) durante os anos 60, onde Skeeter (interpretada por Emma Stone – brilhante no papel) decide escrever detalhes da vida de uma doméstica, sobre o ponto de vista delas.

Além de um roteiro bem estruturado, as atuações são magníficas, como por exemplo de Viola Davis (irreconhecível), que interpreta Aibileen Clark, a primeira que aceita contar suas histórias para a escritora. Logo depois dela, Octavia Spencer (excelente no papel de Minny) resolve contar suas aventuras, após ser demitida. Outro grande destaque é a veterana Sissy Spacek (interpretando Missus Walters). E por aí vai, um desfile de boas interpretações e uma trilha sonora afiada.

Histórias Cruzadas ganhou cinco indicações ao Globo de Ouro, incluindo Melhor Filme de Drama, Melhor Atriz (Viola Davis), Melhor Atriz Coadjuvante (Jessica Chastain), Melhor Atriz Coadjuvante (Octavia Spender) e Melhor Música Original: The Living Proof. E deve também ter algumas indicações ao Oscar.

Histórias Cruzadas: ****

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