John Hughes, curtiu a vida adoidado!


Nos anos 80, John Hughes nos brindou com diversos filmes onde o protagonista era, geralmente, um adolescente rebelde querendo tirar proveito das situações onde estava inserido, seja como um nerd no colégio, um rapaz que nunca se da bem com as mulheres ou até mesmo um pequeno garoto esquecido pelos pais em casa.

Todo mundo já deve ter visto, pelo menos um filme dirigido ou escrito por John (Curtindo a Vida Adoidado, Clube dos Cinco, Mulher Nota 1000, Esqueceram de Mim, Beethoven e muitos outros). Ele sabia como ninguém, transpor para as telas os sentimentos dos jovens da época, que até hoje se identificam com seus filmes.

Mas por que falar sobre John Hughes justamente hoje? Acabei de assistir Curtindo a Vida Adoidado, pelo Netflix. Eu já havia visto diversos outros filmes de John, mas nunca esse e não me pergunte o porquê. O filme foi lançado em 1986 e se sua estreia fosse hoje, manteria sua originalidade sem problema algum.

Matthew Broderick interpreta Ferris Buller, um adolescente que quer aproveitar o dia como se fosse o último (nos dias atuais, não é o que todos queremos?), e para isso conta com a ajuda de seu melhor amigo Cameron Frye (Alan Ruck, talvez em seu melhor papel da carreira) e sua namorada Sloane Peterson (Mia Sara). Juntos, vão percorrer Chicago em busca de aventura, seja roubando a identidade de um magnata das salsichas em um restaurante, assistir a um Jogo de Beisebol, subir até o último andar do prédio mais alto da cidade, olhar para baixo e se sentir como o dono do mundo, até o museu, onde Cameron se identifica com uma das pinturas.

Em um determinado momento, Ferris did “A vida passa rapidamente. Então se você não parar e olhar para os lados de vez em quando, você pode perdê-la.” Essa frase é incrível, quando estamos falando de 1986. Naquela época, não existia telefones celulares, internet móvel, twitter e facebook, e parece tão natural ouvirmos ela.

John Hughes tinha o tino para escrever comédias adolescentes de tal maneira que sempre será lembrado por elas. A Academia Cinematográfica prestou uma linda homenagem para ele no Oscar de 2010, cujo vídeo eu compartilho com vocês abaixo.

Cest’ la vie!

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