“O Homem mais Procurado do Mundo” filme está confirmado no Brasil para o dia 18 de janeiro


O Homem Mais Procurado do Mundo

Pouco depois do discurso do presidente norte-americano Barack Obama em 2 de maio de 2011, anunciando oficialmente a morte de Osama Bin Laden, multidões formaram-se espontaneamente em frente à Casa Branca e tomaram as ruas para celebrar a ocasião. Esse grande momento na história americana foi motivo de festa, mas os nomes de homens e mulheres envolvidos no ataque letal permaneceram em sigilo. Era o único modo de garantir sua segurança. O filme “O Homem Mais Procurado do Mundo” (Codename: Geronimo) conta a sua história. Uma das principais forças por trás dessa narrativa é Nicolas Chartier, presidente da produtora Voltage Pictures, um apaixonado pelas histórias acerca dos soldados envolvidos nas guerras do Oriente Médio, e pro dutor do vencedor do Oscar® “Guerra ao Terror”. Quando ele ouviu o anúncio do presidente, contar essa história foi algo mais do que a ocasião perfeita: foi um chamado ao dever. “Decidimos fazer um grande filme de ação baseado naquele evento e nas atividades que o possibilitaram, como o treinamento dos Navy Seals [tropa de elite da Marinha americana], a complexidade da operação e todas as dificuldades sempre presentes na preparação de algo tão arrojado”, diz Chartier.

O primeiro passo era encontrar um roteirista talentoso o suficiente para transformar esse evento monumental em uma história relevante e atrativa. Por conta de seu fervor e envolvimento total com o projeto, Chartier fez questão de chamar alguém com quem pudesse trabalhar intensamente e confiasse sem sombra de dúvidas. Kendall Lampkin foi o escolhido. O produtor Zev Foreman trabalhou com Chartier e Lampkin desde o princípio para garantir que o roteiro fosse o mais efetivo possível. “Estávamos dispostos a criar uma história poderosa e inesquecível capaz de ser o relato definitivo sobre aquela missão”, lembra Foreman. “Queríamos garantir a empolgação de um filme de ação com o maior nível de realismo e valor histórico para honrar esse evento”. Roteiro pronto, era hora de ach ar o diretor certo.

John Stockwell (foto) era o nome; um sujeito capaz de encarar a história de forma bastante única. “John é um ótimo diretor”, diz Chartier. “Foi divertidíssimo vê-lo dirigindo até oito câmeras durante a ação dos Seals”. Stockwell trouxe a energia desejada por Chartier para realizar o projeto. “Meu orgulho por poder contar essa história é imensurável. É épico! Agora sabemos do resultado final da decisão do presidente ao aprovar a missão”, lembra Stockwell. “Mas é fascinante sempre lembrar que as chances para um desastre eram enormes a partir do momento em que a ordem foi dada. Espero que sejamos capazes de mostrar a dificuldade de uma decisão que poderia ter destruído a presidência de Barack Obama”.

Desde a concepção, houveram obstáculos para o projeto deste filme. Em primeiro lugar, toda a informação oficial sobre a chamada Operação Gerônimo, incluindo os nomes dos Seals envolvidos na ação, era extremamente confidencial. Para superar esse problema, Lampkin, o roteirista, construiu uma fundação narrativa que se mantivesse mesmo se novos detalhes viessem a público. Depois disso, ele dedicou sua pesquisa a aprender sobre os Seals e garantir que suas ações estivessem de acordo com a realidade. Tudo isso culminou num roteiro com três histórias paralelas. Enquanto a CIA tenta descobrir se a operação vale o risco, dois agentes infiltrados no Paquistão tentam levantar o maior número possível de informações. E, por fim, os soldados se preparam para a maior missão de suas vidas. “O trabalho dessas três unidades vai tornar o ataque possível. Nossa história foca nessa preparação e no sacrifício de cada um deles”, diz Lampkin.

Como o roteirista não tinha acesso aos documentos oficiais, ele precisou utilizar reportagens jornalísticas e livros militares para basear suas escolhas. Mais tarde, consultores e especialistas técnicos entraram em ação para garantir a veracidade e resolver alguns problemas. “Mesmo com tudo isso acontecendo, sempre soube que nossa história seria sobre aquelas pessoas, não sobre o evento em si. Desse modo, poderíamos manter nossa história de forma constante, mesmo que a natureza do evento se transformasse com o tempo. Precisávamos mostrar como as peças se moveram, registrar o resultado fica por conta dos livros de história”, analisa Lampkin. Embora a história seja real, todos os personagens de “O Homem Mais Procurado do Mundo” são fictícios.

O filme estreia no dia 18 de janeiro nos cinemas brasileiros.

Sinopse: Um pequeno intervalo de tempo na caça a Osama Bin Laden serve como pano de fundo para essa história envolvente sobre todo o esforço de uma unidade de elite da Marinha, os Navy Seals, que executou a operação organizada para capturar (ou matar) o maior inimigo dos Estados Unidos. Essa é a história de uma operação clandestina, a união perfeita das pessoas certas e uma sinergia rara das circunstâncias e decisões que resultou na missão militar mais arrojada de nossa geração. Esse filme é inspirado na história real de como tudo quase falhou. No elenco, estão nomes como Freddy Rodríguez (“Planeta Terror”, “A Dama na Água”) e o rapper Xzibit (“xXx 2 – Estado de Emergência”).

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