Crítica: Divergente


“I don’t want to be just one thing. I can’t be. I want to be brave, and I want to be selfless, intelligent, and honest and kind. Well, I’m still working on kind.”

Divergente_CulturaladoB

Divergente pega carona com o sucesso de “Jogos Vorazes” (comparação inevitável) para entregar uma trama repleta de referências a adolescência (como a escolha do “que quer ser quando crescer”, por exemplo). Embora tenha boas cenas de ação e um clímax interessante, Shailene Woodley não conseguiu me convencer como Jennifer Lawrence, em Jogos Vorazes.

A história me pareceu bastante interessante (gosto do tema de possíveis futuros), mas sua evolução na trama é clara no roteiro, e Shailene continua com a mesma carinha “careta” durante toda a projeção. Mas o filme não é de todo ruim, não me entendam mal. Gostei. Mas a história de uma mocinha querendo salvar o novo mundo, já foi muito bem filmada anteriormente, e aqui o conceito apenas se repete, com novos personagens e dilemas pessoais.

Divergente: 3estrela
Divergent (2014). Direção: Neil Burger. Elenco: Shailene WoodleyTheo JamesKate Winslet.

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